sexta-feira, 29 de junho de 2012

PESQUISA: A HISTÓRIA DO SÃO PAULO / MATEUS BENEDITO


                       Nome: Mateus Benedito Felix / Sala 601 
                                   
A HISTÓRIA DO SÃO PAULO

No dia 27 de janeiro de 1930, às 14 horas, foi assinada a ata de fundação do São Paulo Futebol Clube, no número 28 da Praça da República, nascido da união entre a Associação Atlética das Palmeiras e o Club Athlético Paulistano, ficando como data magna do clube o dia 25 de janeiro de 1930, dia e mês de preferência de seus fundadores por se tratar da data em que foi fundada a cidade de São Paulo.

 Entretanto, a real data de fundação é dúbia, por ser apresentada de maneira diferente nos meios de comunicação. Para o clube, como já foi dito, ela aconteceu no dia 25 de janeiro de 1930. Para uma alguns meios de comunicação a fundação ocorreu no dia 26 de janeiro devido aos atrasos na confecção do estatuto, que fez com que a assembleia de fundação ocorresse somente nesse dia. Porém o referido dia era um domingo. Cabe-se concluir, portanto, que a ata teria sido registrada no dia 27 de janeiro conforme corroboram o jornal A Gazeta Esportiva e a própria FIFA.

 Para a criação do novo clube, sessenta integrantes do Club Athlético Paulistano decidiram ceder seus jogadores campeões paulista de 1929, enquanto a Associação Atlética das Palmeiras entraria com seu estádio, a Chácara da Floresta. Conservando as tradições do passado, o uniforme do novo clube estamparia as faixas vermelhas e pretas em homenagem aos dois clubes fundadores. Seu escudo e sua camisa foram desenhados pelo estilista alemão Walter Ostrich, com a colaboração de Firmiano de Morais Pinto Filho, um dos presentes à fundação. O nome escolhido para endossar o desejo de fundar um clube que representasse a cidade nos âmbitos mais variados não foi outro senão São Paulo Futebol Clube, que ficou conhecido como São Paulo da Floresta apenas recentemente devido à localização de seu estádio. A primeira diretoria foi formada por: Edgard de Souza Aranha (presidente), Alberto Caldas (primeiro vice), Gastão Tachou (segundo vice), Benedito Montenegro (terceiro vice), Luís de Oliveira Barros (primeiro secretário), José Martins Costa (segundo secretário), João B. da Cunha Bueno (primeiro tesoureiro) e Caio Luís Pereira de Souza (segundo tesoureiro).

 Os primeiros anos do clube coincidiram com acontecimentos que marcaram época no futebol brasileiro. Pois foi 1930, o ano da primeira Copa do Mundo, e apenas a partir dele que uma partida passou a ser disputada em dois tempos de 45 minutos. E apenas em 1933 é que o primeiro jogo profissional do país foi disputado, com a equipe do São Paulo sendo uma das protagonistas juntamente ao Santos.

 Sobre esse primeiro jogo do profissionalismo, cabe ressaltar que foi nele que o apelido do Santos, "peixe", foi dito pela primeira vez. Tratou-se de uma provocação, antes do início do jogo, da torcida tricolor com os jogadores do clube praiano, chamando-os de "peixeiros" de maneira pejorativa. A torcida santista retrucou dizendo "Somos peixeiros, e com muita honra!". A partir daí o apelido foi adotado pelo clube santista, e a mascote, a Baleia, foi criada.

O São Paulo também foi o único clube da capital paulista a ter um ex-jogador — Roberto Gomes Pedrosa — como presidente. Como conquistas, o Tricolor Paulista venceu o Campeonato Paulista de 1931 em seu segundo ano de vida, e conseguiu sagrar-se vice em 1930, 1932, 1933 e 1934. Foi também vice-campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1933. Portanto, o Tricolor Paulista, clube recém-fundado, estava no topo do futebol local, um fato extraordinário, mas nem tanto se levadas em considerações suas origens vencedoras.

 O São Paulo comprou, então, uma nova sede, suntuosa, localizada na Rua Conselheiro Crispiniano (no centro da cidade), um pequeno palácio conhecido como "Trocadero", ao custo de 190 contos de réis. Essa dívida era grande para a época, porém o clube, detentor de um campo como o da Floresta e um quadro de jogadores que valia muito, não se deixava abalar por isso. Porém alguns dirigentes do clube, que andavam descontentes com os rumos do futebol no país, resolveram fundir-se com o Clube de Regatas Tietê e acabar com o departamento de futebol. Outro grupo, favorável à continuidade do clube e liderado por Paulo Sampaio foi à Justiça e, no dia 23 de abril de 1935, impugnou o direito de a diretoria fundir o clube com o Tietê sem que a opinião dos sócios fosse ouvida.

 Os próprios jogadores foram contra tudo o que estava ocorrendo. Tanto é que se juntaram para formar o efêmero Independente Esporte Clube. Os atletas remanescentes do São Paulo foram, porém, atraídos por outros clubes, e o Independente acabou extinto.

 Os sócios obtiveram ganho de causa mesmo após a defesa da diretoria do clube. A diretoria não teve outra saída senão convocar uma assembleia geral. Porém o artigo 2.º dos estatutos do clube à época dizia que somente os "sócios-fundadores", considerados "proprietários" do clube e que somavam duzentos, poderiam compor a assembleia. Como a maioria deles era ligado à diretoria, a fusão foi aprovada em 14 de maio de 1935. Nesse dia, debaixo de chuva, o departamento de futebol foi oficialmente extinto e desfiliado da APEA. Com a fusão, a parte administrativa foi fundida ao Tietê, que incorporou todos os patrimônios físicos e, em troca, quitaria os débitos do clube e não poderia usar as cores, uniformes e símbolos do São Paulo. Surgia assim o Tietê-São Paulo.

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PESQUISA: HISTÓRIA DA MODA / DAPHINI

 Nome: Daphini  de Almeida Alves               Sala:601

HISTÓRIA DA MODA

A moda é, segundo o dicionário, uma tendência, maneira de se vestir, modo, costume, vontade. Ela é momentânea. Mas é fato: a moda tem o poder de mudar o ânimo das pessoas. Quando você se veste bem, sua autoestima se eleva. Não se acanha ao chegar nos lugares, pelo contrário, sua presença aumenta e, subitamente, a confiança, é claro.
Quando nascemos, chegamos ao mundo sem veste alguma. Na concepção religiosa cristã, homem e mulher estavam e andavam nus pela Terra. Ainda na linha de raciocínio do cristianismo, no primeiro livro da Bíblia Sagrada (Gênesis), o homem e a mulher coseram folhas de figueira para cobrir a nudez. E depois, se cobriram com pele de animais.

Os silvícolas (habitantes de selvas) se vestem com pouca vestimenta. Muitos deles, nem escondem as partes íntimas e põem vários adereços no corpo. Tais ornamentos faziam parte dos rituais sagrados das tribos e, da mesma forma, com um viés erótico. A moda conseguiu atingir a cultura dos povos, seja por influência dela mesma ou por meio da legislação do país – visto que andar nu é contra a lei. Ela chegou até os indígenas e hoje eles se vestem com calças, camisas, bonés, tênis e outros.

Diferentemente, os indígenas de outras terras como América do Norte, nas civilizações Incas, Maias e Astecas, utilizavam mais roupagem que os índios sul-americanos. Provavelmente, por causa das temperaturas mais amenas das regiões temperadas. Por isso, é comum vermos em filmes e desenhos norte-americanos, os “pele vermelha” se apresentando com calças e roupas mais aproximadas dos modelos europeus.

História da Moda no Brasil

 As tendências chegaram ao Brasil junto com os europeus, na época da colonização, no século XVI. Esses, residiam nos países em que o frio predomina boa parte do tempo. Muitas das roupas do nosso dia a dia pertencem a climas não proporcionais às temperaturas daqui. Porém, bem trabalhadas, chamam a atenção do consumidor, que acaba por comprar sem se ater a detalhes desse tipo.

Não só nas roupas, a moda influenciou na área de maquiagem. Na Grécia Antiga, usava-se desse artifício nas peças teatrais. Em outros países do Oriente, as pessoas pintavam o corpo para as celebrações religiosas. A maquiagem é muito usada nas produções cinematográficas. Em propagandas, serve para deixar os modelos bem adaptados aos padrões estipulados pela moda. Essa, que criou um mundo belo.

No Oriente Médio, a moda não seguiu os padrões mundiais. O motivo dessa casualidade é a prática do islamismo, que não permite deixar à vista partes do corpo feminino. As mulheres usam uma vestimenta que as cobre da cabeça aos pés: a burca. Os árabes têm o turbante, peça que surgiu antes mesmo da religião deles, na indumentária e aquelas túnicas. Elementos bem característicos da região.

Antigamente, os gregos e romanos pensavam no corpo e na mente, ambos dotados de beleza. Se uma pessoa possuísse beleza interior,  deveria também aparentar o mesmo por fora. Os gregos tinham uma ideologia que se encaixava perfeitamente nessa ideia do belo internamente falando e no exterior. O lema é: “Uma mente sã habita um corpo saudável”.

Na Grécia, os integrantes do Senado utilizavam uma espécie de capa, chamada de toga – senadores, magistrados e parlamentares. Revestia o lado esquerdo do corpo, ocultando o braço. Ela é preta, comprida e é usada por advogados e promotores nos tribunais; também por professores catedráticos e doutorados, dependendo da situação. Os plebeus se vestiam como os patrícios, mas não podiam usar as togas.

Quando a religião cristã chegou aos gregos, exatamente no império bizantino, liderado por Justiniano I, as roupas se tornaram mais alongadas – uma vez que pessoas da civilização grega andavam nuas – servindo de grande influência nas vestes sacerdotais. A cor mais usada pela nobreza era, por causa do preço elevado, a púrpura. As peças azuis, feitas com ureia, tinham o custo acessível à população.

PESQUISA: MUAY THAI / GABRIEL BEZERRA E JOÃO MURILO

PESQUISA: MUAY THAI
Alunos: Gabriel e João Murilo

Como surgiu o kung fu?

por Tiago Cordeiro
A luta que conhecemos como kung fu na verdade se chama wushu e foi criada há pelo menos 4 mil anos, na Mongólia, espalhandose pela China. A falha de comunicação foi do missionário francês Jean Joseph Marie Amiot (1718-1793), que acabou reba rebatizando a luta com uma expressão que significa "trabalho duro", em cantonês. De qualquer forma, foi como kung fu que essa arte marcial ganhou fama no Ocidente e, a partir dos anos 60, passou a estrelar no cinema. Muito antes disso, porém, o wushu - "arte da guerra" em mandarim - era mania nacional na China desde 700 a.C. Ao longo do tempo, o wushu ganhou dezenas de variações, muitas delas criadas em templos famosos, como Shaolin, Fukien e Huanshan. Em 1949, o governo chinês criou regras oficiais para competição, usadas até hoje nos campeonatos mundiais que rolam a cada dois anos.
• Este é o 2º capítulo da série sobre as principais artes marciais do mundo
EFEITOS ESPECIAIS
Popularizada pelo cinema, a modalidade é marcada por movimentos rápidos e precisos
NO ATAQUE
Vale até ser acrobático para acertar o adversário
SALTO DE 540º
Este giro e meio no ar, finalizado com um chute baixo, impressiona. Trata-se, porém, de um golpe mais bonito do que eficiente
MARTELO
Por ser muito veloz, este golpe ajuda a pegar o rival desprevenido. Se for mal aplicado, porém, abre a guarda para o contra-ataque
JOELHA
Golpe dos mais comuns nos filmes de kung fu: com um salto preciso, o lutador cai com o joelho ferindo as pernas do adversário
NA DEFES



PESQUISA: HISTÓRIA DA OLIMPÍADA / VINÍCIUS E LUIS EDUARDO

HISTÓRIA DA OLIMPÍADA
  Vinicíus e Luis 601

atletismo olimpiadas Curiosidades do Atletismo na história das Olimpíadas
Para abrir o espaço Curiosidades do Canal Olímpico, começamos por algumas curiosidades do Atletismo, uma das modalidades olímpicas mais importantes dos Jogos Olímpicos.
Basicamente o Atletismo é um conjunto de espostes, dividido por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona.
Atentado ao Pudor
Nas Antigas Olimpíadas, por volta do ano 720 a.C., os atletas corriam todos com longas túnicas. Até que um belo dia, Orsippus, percebendo que perderia a prova, sabiamente, despiu-se no meio do percurso. E peladinho da Silva, venceu com facilidade o evento. A partir daí, todos os atletas passaram a competir “sem roupas” nas provas da modalidade.
Cala a Boca Hitler
Em Berlim-1936, Adolf Hitler usou os Jogos Olímpicos como uma forma de propaganda do regime nazista e pensava em fazer do atletismo a grande bandeira. Mas o que o ditador não contava é que um norte americano negro, chamado Jesse Owens, ganhasse quatro ouros e torna-se o primeiro homem a vencer os 100 m, 200 m, salto em distância e o revezamento 4×100 m na mesma Olimpíada.
Recordista
O tetracampeonato olímpico no salto em distância nas Olimpíadas de Atlanta-1996 levou Carl Lewis a igualar Paavo Nurmi como o maior vencedor da história do atletismo, com nove ouros cada. Já o norte-americano Michael Johnson tornou-se o primeiro homem a vencer os 200 m e os 400 m na mesma edição da Olimpíada, quando obteve os dois ouros em Atlanta-1996.salto sem impulso olimpiadas de 1912 Curiosidades do Atletismo na história das Olimpíadas
Você Sabia?
•Entre 1900 e 1912, foram disputadas provas de salto em distância e salto em altura sem impulso. Em Paris-1900, Raymond Ewry, dos EUA, que andava de cadeira de rodas até a adolescência, ganhou os dois eventos e mais o salto triplo sem corrida, que deixaria de ser disputado em 1908.

 

Curiosidades do Atletismo na história das Olimpíadas


Para abrir o espaço Curiosidades do Canal Olímpico, começamos por algumas curiosidades do Atletismo, uma das modalidades olímpicas mais importantes dos Jogos Olímpicos.
Basicamente o Atletismo é um conjunto de espostes, dividido por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona.
Atentado ao Pudor
Nas Antigas Olimpíadas, por volta do ano 720 a.C., os atletas corriam todos com longas túnicas. Até que um belo dia, Orsippus, percebendo que perderia a prova, sabiamente, despiu-se no meio do percurso. E peladinho da Silva, venceu com facilidade o evento. A partir daí, todos os atletas passaram a competir “sem roupas” nas provas da modalidade.

PESQUISA: A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA PORTUGUESA / STHEPANNY


NOME:STHEFANNY MONTEIRO FELIX
SALA:601
 
A IMPORTANCIA DA LINGUA PORTUGUESA

 
Introdução
A importância da língua portuguesa e suas mplicações são evidentes, mormente, na vida profissional. Basta refletir acerca da principal razão de eliminação de candidatos à vagas de emprego em determinados setores. A linguagem é o cartão de visita. Ao ouvir alguém por cinco minutos, já temos a ideia formada da formação da pessoa que está falando.
A capacidade de comunicação, seja ela por domínio da linguagem falada, escrita ou corporal, sempre nos traz conseqüências positivas.
O profissional que sabe se comunicar, sempre se diferencia. Quem domina a norma culta da língua, e é apto a escrever e falar corretamente, está sempre à frente, diferencia-se da maioria, que incorre em erros banais e basilares.
Segundo Paulo Nathanel Pereira de Souza, presidente do Conselho da Administração do CIEE, "Saber escrever bem é transmitir idéias consistentes com a agilidade que os meios de hoje impõem. Saber escrever bem é ser um artista das palavras. E todos nós, empresas e profissionais, precisamos redescobrir urgentemente a eficiência dessa arte".
A maioria dos brasileiros - e digo maioria, sem exagero -, não tem capacidade de expressar-se. Faltam competências fundamentais, como; concatenar as idéias, aplicar a coesão e coerência em um texto, dissertar com introdução, argumentação e conclusão, bem como o domínio da ortografia.
A falta de capacidade de escrever, falar e ler corretamente decorre, por vezes vezes, da falta do hábito de ler, pois quem lê com freqüência escreve melhor, tem melhor raciocínio, melhor interpretação e melhor organização de ideias.
Para verificarmos este problema é suficiente entregarmos uma proposta de redação a um aluno que recentemente concluiu o ensino médio em determinadas escolas. Isto se torna mais trágico, quando o fazemos com alguns intitulados universitários.
Em uma reunião na empresa ou em uma apresentação destacam-se os que sabem defender seus argumentos de forma clara, convencer o auditório de forma válida, expor e fundamentar suas idéias de modo conciso e claro. Para tanto, é necessário o domínio das expressões.
Ao enviar um e-mail, elaborar um memorando, dirigir uma carta a um cliente, colaboradores ou superiores hierárquicos, o profissional revela a sua personalidade, demonstra a sua formação e grau de inteligência.
Não é possível entendermos por apto e qualificado, um profissional que não é capaz de escrever um texto corretamente. Também não é possível aceitarmos a idéia de que tal profissional gere uma boa imagem a empresa, se este não sabe falar de forma correta.
Para exemplificarmos, basta lembrarmos da sensação ruim e imagem negativa que formamos da empresa, quando somos atendidos por um profissional que diz coisas como: "vamos estar verificando", ou "vamos estar retornando". Isso, sem mencionar outros erros mais absurdos e grotescos, como o "mim fazer"; "mim ver" etc.
Destarte, infere-se que o investimento em profissionais qualificados e aptos a falar a própria língua é indispensável a uma empresa que deseja ter uma imagem positiva perante seus clientes.
Quando trabalhamos em uma empresa possuidora de um grupo seleto e desejamos promoções e determinados cargos, devemos demonstrar nossa qualificação e competência para aquela posição. Ora, é incontroverso que para exercer tal posição, necessitamos de qualidades diferenciadas e postura profissional. Destas qualidades, a habilidade de se comunicar é um fator crucial.
Em cargos de liderança não se pode imaginar na qualidade de líder uma pessoa desprovida destes elementos, pois como disse Reinaldo Passadori: "Conhecemos muitas pessoas com grande capacidade de comunicação, mas não são líderes, todavia não conhecemos líderes que não saibam se comunicar".
Em um processo seletivo para conquistar uma vaga, desde a entrevista, o examinador jamais deixará de avaliar as expressões do candidato, dependendo do porte da empresa e do perfil da vaga. Estará automaticamente eliminado aquele que se mostra incapaz de escrever e falar corretamente.
Por outro prisma, até mesmo para conseguir um bom "networking" é necessário causar estas boas impressões, pois não conseguiremos crédito e confiabilidade, nem mesmo dos nossos contatos, se não nos mostrarmos bons profissionais, ou seja, aptos em fluência verbal.

Disse, o ilustre Professor Luiz Antonio Sacconi:
Existem basicamente duas modalidades de língua, ou seja, duas línguas funcionais:
1) a língua funcional de modalidade culta, língua culta ou língua-padrão, que compreende a língua literária, tem por base a norma culta, forma lingüística utilizada pelo segmento mais culto e influente de uma sociedade. Constitui, em suma, a língua utilizada pelos veículos de comunicação de massa (emissoras de rádio e televisão, jornais, revistas, painéis, anúncios, etc.), cuja função é a de serem aliados da escola, prestando serviço à sociedade, colaborando na educação, e não justamente o contrário;
2) a língua funcional de modalidade popular; língua popular ou língua cotidiana, que apresenta gradações as mais diversas, tem o seu limite na gíria e no calão.
Cabe a nós brasileiros, entendermos o momento próprio do uso de cada modalidade, tanto o momento formal, quanto o momento informal, para, assim, não nos depararmos em situações ridículas e inconvenientes.
Falar e escrever bem gera admiração, apreço e projeta uma boa imagem para os nossos ouvintes e interlocutores. Consequentemente aumentamos nossa rede de contatos, adquirimos mais créditos e ampliamos nossas oportunidades.
A eloquência e a habilidade de escrever levam o profissional a lugares que muitos não podem chegar. Ocuparão tais lugares, por mérito, os que investem em si mesmos e tem a consciência da importância de dominar a língua pátria.
Quanto às relações interpessoais
As proposições supra mencionadas, que esclarecem a importância do uso correto da língua, também são válidas neste tópico, destinado as relações interpessoais.
Basicamente, é necessariamente entendermos que a comunicação verbal é imprescindível para conseguirmos externar uma idéia, ilustrar uma reflexão, fazer enxergar aquilo que outros não conseguem ver. E claro, todas essas situações são perfeitamente aplicáveis no cotidiano, seja na família, com amigos, com o cônjuge ou filhos.
As relações são beneficiadas quando sabemos interpretar o que o interlocutor diz, quando sabemos trilhar os caminhos das idéias, pintando a imagem do raciocínio com as palavras cabíveis e apropriadas.
Diagnosticando e remediando as deficiências.
É muito difícil conhecermos alguém que não erre. Podemos nos aproximar da perfeição, caminhar objetivando o mais alto grau de conhecimento e competência, mas é quase impossível conhecermos o que domina a língua em sua excelência.
Mesmo porque, até mesmo entre os mestres e doutores há divergências técnicas quanto ao emprego de algumas formas de expressão. A título de exemplo, percebi bastante divergência no que diz respeito à expressão "segue em anexo". Notei que mesmo professores da língua portuguesa tem opiniões divergentes na sua aplicabilidade.
É louvável, mas não imprescindível, que alguém conheça profundamente a etimologia das palavras, a semântica e todas as regras complexas e que a maioria dos brasileiros ignora. Em contra partida, defendo que deveríamos, por sermos brasileiros, conhecer a língua pátria, de forma plena e excelente, pois se não sabemos falar a nossa própria língua, não poderíamos nos entender por seres inteligentes.
Os erros de concordância, por exemplo, são os mais percebidos, desde os mais grotescos, como os mais imperceptíveis aos leigos.
Para ilustrar, podemos citar, que muitos não sabem que o correto é escrever: "Tenho bastantes livros" e não "tenho bastante livro. Erros como estes são encontrados, até mesmo, nos vocabulários de alguns professores. Outrossim, erros grotescos como:"hoje estou com menas paciência" ou "estou meia triste" são mais decorrentes dos menos cultos.
Por fim, como exposto alhures, apenas o exercício, a autocorreção, a observação e a diligência, nos tornarão mais diferenciados e nos proporcionarão boas oportunidades.

domingo, 17 de junho de 2012

AULA SUBSTANTIVO

                                                                 Substantivo

As palavras que nomeiam ou designam os seres em geral são chamadas de substantivos. Entre os substantivos estão os nomes de pessoas, animais, vegetais, coisas, lugares; os nomes de ações, estados, e sentimentos considerados como seres.
Os substantivos que se referem a todos os seres de uma mesma espécie, e são escritos com letra minúscula recebem o nomes de substantivos comuns. Exemplo: aluno, que representa todos os seres que são alunos; rio, que representa todos os rios. Todos os substantivos que dão nome a um ser particular, dentre os outros da espécie e são escritos com letra maiúscula, são os substantivos próprios. Exeemplo: Rio Amazonas, Ourinhos.
As palavras que dão nome a seres de existência independente são chamadas de substantivos concretos. São aquelas que designam os seres propriamente ditos: nomes de pessoas, de lugares, de instituições, de um gênero, de uma espécie ou de um dos seres representantes. Já aquelas que dão nome a seres de existência dependente são chamadas substantivos abstratos.
Os substantivos que nomeiam conjuntos de seres de uma mesma espécie, são conhecidos como substantivos coletivos. Exemplo: enxame (abelhas), pelotão (soldados)
O substantivo apresenta três flexões:
Gênero: masculino ou feminino; exemplo: garoto ou garota.
Número: singular ou plural; exemplo: garoto ou garotos.
Grau: aumentativo ou diminutivo; exemplo: garotão ou garotinho.
Os substantivos podem ser:
Simples – apresentam um só elemento; exemplo: couve.
Composto – apresenta palavras compostas com mais de um elemento ou raiz; exemplo: couve-flor, passatempo, girassol, pé-de-moleque.
Primitivo – não e origina de outra palavra; exemplo: pedra, dente.
Derivado – origina de outra palavra; exemplo: pedreira, dentista.

Artigo

Artigo é a palavra que antecede o substantivo e concorda com o seu gênero e número, individualizando-o ou generalizando-o.
Os artigos são classificados em definidos – individualizando o substantivo: o, a, os, as; indefinidos – generalizam o substantivo: um, uma, uns, umas.



 Leia a tira com atenção  e responda:


Escola de Animais


1 – O que fizeram com a Gigi?
R.


2 – Qual foi a sua vingança?
R.


3 – Quais os substantivos encontrados no título da história e na tira?
R.


4 – Você encontrou algum substantivo acompanhado de um adjetivo?
R.


5 – Qual foi o artigo encontrado?
R.

I FEIRA DE CIÊNCIAS E MOSTRAS CIENTÍFICAS DO ENSINO MUNICIPAL DE OURINHOS - FECIMO


A I Feira de Ciências e Mostras Científicas do Ensino Municipal de Ourinhos
(FECIMO) contou com a presença da aluna




DAPHINI DE ALMEIDA ALVES











Rafael e Daphini: pesquisadores!