sexta-feira, 29 de junho de 2012

PESQUISA: ARTE EGÍPCIA / MIKAELY

PESQUISA: ARTE EGÍPCIA / MIKAELY


 
A temática mortuária era de grande presença. A crença na vida após a morte motivava os egípcios a construírem tumbas, estatuetas, vasos e mastabas que representavam sua concepção do além-vida. As primeiras tumbas egípcias buscavam realizar uma reprodução fiel da residência de suas principais autoridades. Em contrapartida, as pessoas sem grande projeção eram enterradas em construções mais simples que, em certa medida, indicava o prestígio social do indivíduo.

O processo de centralização política e a divinização da figura do faraó tiveram grande importância para a construção das primeiras pirâmides. Essas construções, que estabelecem um importante marco na arquitetura egípcia, têm como as principais representantes as três pirâmides do deserto de Gizé, construídas pelos faraós Quóps, Quéfren e Miquerinos. Próxima a essas construções, também pode se destacar a existência da famosa esfinge do faraó Quéfren.

Tendo funções para fora do simples deleite estético, a arte dos povos egípcios era bastante padronizada e não valorizava o aprimoramento técnico ou o desenvolvimento de um estilo autoral. Geralmente, as pinturas e baixos-relevos apresentavam uma mesma representação do corpo, em que o indivíduo tinha seu tronco colocado de frente e os demais membros desenhados de perfil. No estudo da arte, essa concepção ficou conhecida como a lei da frontalidade.

Ao longo do Novo Império (1580 – 1085 a.C.), passados os vários momentos de instabilidade da civilização egípcia, observamos a elaboração de novas e belas construções. Nessa fase, destacamos a construção dos templos de Luxor e Carnac, ambos dedicados à adoração do deus Amon. No campo da arte funerária, também podemos salientar o Templo da rainha Hatshepsut e a tumba do jovem faraó Tutancâmon, localizado no Vale dos Reis.

A escultura egípcia, ao longo de seu desenvolvimento, encontrou características bastante peculiares. Apesar de apresentar grande rigidez na maioria de suas obras, percebemos que as estátuas egípcias conseguiam revelar riquíssimas informações de caráter étnico, social e profissional de seus representados. No governo de Amenófis IV temos uma fase bastante distinta em que a rigidez da escultura é substituída por impressões de movimento.



 
NOME; MIKAELY AP SIUVA SALA ; 601 POFA;SELMA

PESQUISA: A HISTÓRIA DA MESOPOTÂMIA / LEIDIANE

Aluno(a):LEIDIANE BENTO

A História da Mesopotâmia

Por volta de 3000 Antes da Nossa Era, no começo da história, as primeiras grandes civilizações tiveram sua origem nas bacias dos grandes rios da Mesopotâmia, ou seja, ao longo das bacias dos grandes rios da Mesopotâmia, ao longo do Nilo no Egito e do Ganges na Índia. A Mesopotâmia é uma estreita faixa de terra situada na Ásia Ocidental, entre as mesetas do Irã, a Armênia, os desertos da Síria e da Arábia e o Golfo Pérsico. Seu clima é extremado com rigorosos invernos e ardentes verões. A parte sul, mais fértil, chamava-se Caldéia. Ao norte, numa região montanhosa, desolada, com escassas pastagens, encontrava-se a Assíria. A fertilidade do seu solo deve-se aos rios Tigre e Eufrates, que nascem nas montanhas da Armênia e deságuam no golfo Pérsico.
Neste relato, veremos de forma breve como estas civilizações começaram. Civilização aqui deve ser entendido no seu sentido literal, do latim civitas ou cidade: dentro do desenvolvimento de cidades-estado, que pode ser chamado de revolução urbana.
O Paleolítico é um período cultural bem definido, que coincide com o período geológico Pleistoceno, cobrindo os períodos desde a Era Glacial que durou desde cerca de 500000 até 8500 ANTES DA NOSSA ERA. Por volta do Médio Paleolítico (cerca de 40000 ANTES DA NOSSA ERA), ao Paleolítico Posterior (até ~15000 ANTES DA NOSSA ERA), são encontrados habitats humanos em acampamentos e cavernas, com uma economia baseada em forragens, espécies selvagens e caça de pequenos animais. No período Epi-Paleolítico (até ~8500 ANTES DA NOSSA ERA) já são vistos os primeiros sinais de vilas, mostrando indícios de seleção de espécies e algum controle de animais e rebanhos selvagens.
O período Neolítico (Nova Idade da Pedra) coincide com uma nova era geológica. Nesta fase, temos os períodos culturais da Idade do Bronze e Idade do Ferro. Estas eras são caracterizadas pelo uso de certos implementos e minerais. A linha de transição difusa entre o Paleolítico e o Neolítico é algumas vezes chamada de Mesolítico.

PESQUISA: ASTRONAUTAS / ANA PAULA


Astronautas

O primeiro grupo de astronautas norte-americanos foram selecionados em abril de 1959 para o Projeto Mercury da NASA. Este grupo ficou conhecido como o "Mercury Seven" ("Mercury Seven"), foi feita por Scott Carpenter, Gordon Cooper, John Glenn,  Gus Grissom, Wally Schirra, Alan Shepard e Deke Slayton. Todos eram pilotos de testes militares, um requisito que o presidente emitiu Eisenhower para simplificar o processo de seleção.
 Os sete membros do primeiro grupo de astronautas foram ao espaço no final, embora um deles, Deke Slayton, não voar em uma missão "Mercury" por razões médicas. Finalmente, participar na missão Apollo-Soyuz. Cada um dos seis viajaram para o espaço de uma missão Mercúrio. Para dois deles, Scott Carpenter e John Glenn, a missão Mercury era o seu único vôo na Era Apollo Glenn, em seguida, foi para o espaço no Ônibus Espacial. Três deles, Gus Grissom, Gordon Cooper e Wally Schirra também voou em uma missão durante o programa Gemini. Alan Shepard voou em missões Gemini devido a razões médicas, mas mais tarde seria a missão espacial Apollo. Ele foi o único astronauta do programa Mercury que foi para a Lua. Wally Schirra também voou na Apollo, além do Mercúrio e do Gemini, e foi o único astronauta que voou sobre os três tipos de naves espaciais. Gus Grissom foi incluído no primeiro lançamento da tripulação da Apollo, o Apollo 1, mas morreu em um incêndio na plataforma de lançamento durante o treinamento.

ANA PAULA:601



PESQUISA: MEU TIME DO CORAÇÃO - PALMEIRAS / JEAN

PESQUISA: MEU TIME DO CORAÇÃO - PALMEIRAS

No dia 26 de agosto de 1914 nascia o Palestra Itália. Esta caminhada, do Palestra ao Palmeiras, foi feita em meio a muitas dificuldades e lutas, mas rendeu momentos inesquecíveis. Uma das maiores paixões do torcedor palmeirense é a sua história. Quem a conhece sabe bem a razão e o motivo de tanto orgulho. Ela é rica, bela, cheia de lutas, glórias e conquistas.
Conquista como a do campeonato organizado pela FIFA em 1951, no Brasil, quando o Palmeiras se consagra campeão mundial de futebol, com o título tendo imensa repercussão internacional, exatamente um ano depois de perdermos a Copa para o Uruguai. O palco era o mesmo. Só que dessa vez o dia seria de festa. O Maracanã assistia ao Palmeiras empatar em 2 a 2 com a Juventus de Turim. Era só o que precisávamos: um empate, já que havíamos vencido o primeiro jogo. Nessa partida, nossos jogadores traziam a bandeira de nosso país bordada em suas camisas.
Mais de cem mil torcedores no estádio gritavam “Brasil” ao final da peleja. Sim, o Palmeiras era Brasil. De volta a São Paulo, de trem, nossos jogadores, ou heróis, chamados assim pelo povo, são recebidos por centenas de milhares de brasileiros de todas as torcidas, cores e raças. A nação estava redimida do fracasso da Copa. Jamais um time de futebol uniu em sua volta milhões de torcedores alviverdes, alvinegros, alvirrubros, tricolores... E quatorze anos depois, em 1965, quis o destino que fôssemos Brasil de novo. E de novo vencedores. O Palmeiras, convidado a inaugurar o Mineirão, veste a camisa da seleção contra o Uruguai, e vence o jogo por 3 a 0.
Por essas e tantas outras passagens é que o palmeirense, dizem, “tem um caso de amor com sua história”. História que ainda nos reserva fatos como o emblemático ano de 1942, quando uma lei nos obriga a mudar de nome; o advento das duas Academias de Futebol nos anos 60 e 70; a grandeza de Ademir da Guia, um dos maiores jogadores de todos os tempos; e o Palmeiras da Era Parmalat, que nos presenteou com a Libertadores em 1999, entre tantos outros títulos, e nos fez reconhecidos em todo o mundo como exemplo de um futebol bem planejado. Esse é um breve resumo da nossa história, orgulho de uma nação formada por 15 milhões de apaixonados alviverdes imponentes.

PESQUISA: A HISTÓRIA DO SOBRENATURAL / EMANOELY

Como São os Vampiros
Em outra postagem, um leitor pediu para que eu dissesse como sao os vampiros, então direi aqui, como são:
1º- Não sao monstros que assustam até de olhar, eles são como outros seres humanos, 'na aparencia,' mas com a diferença de conseguir ler auras, saber os pontos fortes e fracos de cada pessoa ao seu redor.
2º- Vampiros sao frios, se falam que gostam de voce, ou que nunca te fariam mal, eles tem alguma intenção quanto a voce, pois vampiros nunca gostam de ninguem, varias vezes nem de si mesmos.
3º- Costumam sentir um, vazio dentro de si, que nunca é completado, e só se sentem um pouco melhores, quando estao sentindo a dor de outras pessoas que vivem ao seu redor.
4º- São sempre os donos da razão, nunca aceitam ninguem chegar até eles, e dizer que estão errados, muitas vezes, por causa desse 'defeito', quando ainda moram com os pais, criam desavenças frenquentemente, podendo levar a brigas.
5º- Todos os vampiros sao bipolares, hora estão divertidos, hora estão irados, nunca dá pra saber como estão, pois costumam esconder, para que possam usar contra alguem se a pessoa abusar.
6º- Sempre andam em grupos, mesmo que alguns sejam solitarios, se juntam para ataques, ou para defender algum sangue puro, sao como uma aliança 'Um por todos, e todos por um'.
7º- Sentem grande vontade de tomar sangue quando veem alguem cortado ou machucado, as vezes tambem atacam, mais geralmente eles manipulam a mente da pessoa, e pegam o sangue com a pessoa permitindo.

Bom, essas são algumas coisas que vampiros fazem. Se você costuma conversar com seres que até nao sabe de onde vem, é bipolar, é frio, e ainda sente prazer em tomar sangue, pode ser um vampiro.' Mas isto só voce pode saber!

Seriado
Este seriado conta a história de dois irmaos Dean e Sam Winchester, que viajam pelos Estados Unidos, investigando eventos Sobrenaturais e outras ocorrências estranhas.
sobrenatural Seriado: Sobrenatural (Supernatural), História e Download
Tudo começou há aproximadamente 20 anos quando algo muito estranho aconteceu na casa da família Winchester. Algo que até hoje nao deixa o pai e seus dois filhos dormirem tranquilos.
Uma força do mal, apresentada como um demônio, arranca a vida de Mary Winchester (mae de Dean e Sam) de uma forma macabra: enquanto o pequeno Sam dorme tranquilo em seu berço, sua mae é presa sangrando no teto e começa a pegar fogo, dando tempo apenas para seu marido, John Winchester, tirar Sam de seu berço e entregá-lo ao irmao, Dean.
O caso foi tratado pelos policiais apenas como um incendio comum, mas o que pai e filhos sabem é que a verdade parece ser bem mais complicada do que isso.
Após esse acontecimento John decidiu ensinar Dean e Sam a lidar com a vida sobrenatural, ensinando-lhes técnicas de defesa contra as forças do mal, chegando até a ensinar a maneira ideal para matar os diferentes tipos de demônios. Em busca de vingança, eles partiram em busca do que tenha levado Mary, assim viraram caçadores de coisas Sobrenaturais.
O seriado é bastante humorado e bem diversificado, o enredo é bacana, e cada episódio tem uma história e monstro diferente, e sempre vao desvendando alguma coisa em cada episódio. 

PESQUISA: DÚVIDAS SOBRE PROFISSÃO / TATIELLE


 

DÚVIDAS SOBRE PROFISSÃO


A idéia da produção deste espaço surgiu dos inúmeros e diários e-mails recebidos pelo Programa Portal do Serviço Social. O conteúdo dos e-mails foi e é extremamente diverso. Contudo, percebemos dúvidas freqüentes - de estudantes em início de formação, leigos e mesmo de profissionais de Serviço Social - quanto à profissão e à formação profissional. Desta forma, resolvemos reunir as dúvidas mais freqüentes e respondê-las de uma forma objetiva, acessível a pessoas com pouco conhecimento sobre a profissão. Portanto, este espaço destina-se a apresentar noções muito básicas do Serviço Social, sem a pretensão de um aprofundamento e, muito menos, um esgotamento das possibilidades de resposta. Cabe ressaltar que nas páginas virtuais dos Conselhos Regionais de Serviço Social (CRESS), bem como do Conselho Federal de Serviço Social (CFESS), há um espaço dedicado às dúvidas sobre a profissão. Reunimos, além dos e-mails enviados, as dúvidas que se encontram nestes sítios virtuais, aproveitando o material já existente. Destacamos que esta é uma primeira versão do projeto: assim, estamos abertos ao recebimento de novas questões e também contribuições quanto às respostas. Por fim, a opção em produzir o presente projeto, em formato eletrônico, parece óbvia: o objetivo é que seu conteúdo seja lido exatamente por este público repleto de dúvidas e interessado em nossa profissão. Este trabalho contou com a participação fundamental, através da realização de pesquisa, do aluno Leonardo Leocádio Pinto e das alunas Teresa Cristina Machado Farias e Paula Reis, os dois primeiros bolsistas-treinamento vinculados à Pró-Reitoria de Assuntos Acadêmicos (PROAC/UFF) e, a última, bolsista de extensão, vinculada à Pró-Reitoria de Exetensão (PROEX/UFF).

NOME:TATIELLE
SALA:601
PROFESSORA:SELMA DÚVIDAS SOBRE A PROFISSÃODÚVIDAS SOBRE A PROFISSÃO

PESQUISA: ORIGEM DO UFC / GUSTAVO


          ORIGEM DO UFC
Nome: Gustavo. Sala 601

Os primeiros eventos foram inspirados no vídeo Gracie in Action, produzidos em série pela família Gracie do Brasil. Nos primeiros eventos, ocorreram torneios com oito ou dezesseis lutadores, promovidos pela organização de entretenimento Grupo Semaphore em associação com a Wow Promotions (liderada por Art Davie e Rorion Gracie), e tinha como intuito descobrir o melhor lutador do mundo, não importando o estilo de artes marciais praticado. Os competidores deveriam ganhar três lutas para se sagrarem campeões do Ultimate Fighting Championship. O primeiro evento, realizado em 1993, foi ganho pelo brasileiro Royce Gracie.
Por possuir poucas regras (no primeiro Ultimate só não era permitido morder ou colocar os dedos nos olhos do oponente), o Ultimate era conhecido como "luta de ringue sem restrições" (no holds barred fighting), sendo, ocasionalmente, brutal e violento, despertando muitas críticas.

Após uma longa batalha para ser sancionado e à beira da falência, o Grupo Semaphore se reuniu com os executivos do Station Casinos, Frank e Lorenzo Fertitta e o promotor de boxe Dana White em 2001. Um mês depois, em janeiro de 2001, os Fertittas e Dana White compraram o Ultimate por US$ 2.000.000,00 (dois milhões de dólares) e criaram a Zuffa, empresa que passava a ter a patente controladora do campeonato. Tendo relações com a Comissão Atlética de Nevada (Lorenzo Fertitta já havia sido seu membro), a Zuffa conseguiu assegurar aprovação para realizar lutas em Nevada em 2001. Pouco tempo depois, no Ultimate 33, a competição retornou ao pay-per-view da televisão a cabo americana.
O Ultimate continuou crescendo em popularidade após a compra pela Zuffa, devido a fortes propagandas, grandes patrocínios, a volta ao pay-per-view e à venda de DVDs. Com grandes eventos em lugares famosos como o Cassino Trump Taj Mahal e a MGM Grand Arena e com as vendas em pay-per-view voltando a crescer, o Ultimate conseguiu seu primeiro acordo na televisão com a Fox Sports e com o The Best Damn Sport Show, que realizou a primeira luta de artes marciais mistas na televisão a cabo americana, em junho de 2002, no Ultimate 37 (Vítor Belfort versus Chuck Liddell). Em seguida, a Feature Story News passou a transmitir os melhores momentos das lutas. No Ultimate Quarenta, as compras de pay-per-view renderam 978 150 dólares estadunidenses em uma programação que tinha, como evento principal, a luta entre Tito Ortiz e Ken Shamrock. Apesar do sucesso, o Ultimate ainda apresentava dívidas e, em 2004, a Zuffa havia perdido 78.500.000 dólares estadunidenses com a compra.
Atualmente, o valor de mercado do Ultimate gira em torno de US$ 1.000.000.000,00 (um bilhão de dólares estadunidenses).Aumento na popularidade
Após ser exibido em um "reality" show chamado "American Casino" , os irmãos Fertittas sentiram o marketing gerado por esse tipo de série e decidiram, então, que o UFC teria seu próprio "reality show", o The Ultimate Fighter (TUF). Varias emissoras rejeitaram o projeto, que foi aceito pela Spike TV. Com a oferta de arcar com os 10 milhões de custos com a produção, eles conseguiram fechar o negócio. Em janeiro de 2005, a Spike TV lançou a série, o show se tornou um sucesso imediato, tornando-se um dos programas com mais audiência da Spike TV, e transmitindo uma luta memoravel entre Forrest Griffin contra Stephan Bonnar nas finais, que ficou conhecida como a luta do ano. Depois dessa temporada, já ocorreram outras 12 e novas devem surgir.
Seguido pelo sucesso do reality show, a Spike TV levou ao ar o UFC Unleashed, uma hora de programa semanal, com lutas de diferentes eventos, e também assinou um contrato para transmitir o UFC Fight Night.
Com visibilidade alardente, os números de pay-per-view aumentaram exponencialmente. O UFC 52, primeiro evento após o The Ultimate Fighter, foi vendido para 280.000 pessoas pelo pay-per-view, quase o dobro de seu antigo recorde. A revenche entre Couture e Liddell no UFC 57 teve 410.000 compras de PPV. O Evento UFC 60 que contou com o brasileiro Royce Gracie teve nada menos que 625.000 compras de PPV. UFC 61, teve 775.000. Desde então as vendas do PPV do UFC não param de crescer. A média atual é de mais de um milhão de vendas por eventos, gerando $222,766,000 somente com vendas do PPV em 2006, superando o boxe e a WWE.
O UFC atualmente é exibido em 36 países, inclusive no Brasil, os organizadores pretendem expandir internacionalmente. O programa está sendo dublado em português com a direção de Ricardo Movits no Zen Studios em Brasília. Os eventos passaram a ocorrer também com regularidade na Europa, em países como Inglaterra, Alemanha e Irlanda. Também há planos para eventos regulares no Canadá e até boatos de edições no Japão.
 Decadência e Reorganização
O Ultimate se tornou um sucesso da televisão na modalidade pay-per-view. A natureza do esporte logo chamou a atenção das autoridades e eventos do Ultimate foram banidos de diversos estados americanos. Após repetidas críticas e diversos protestos feitos pelo senador republicano do Arizona, John McCain, o Ultimate saiu dos principais pay-per-views. O Ultimate continuou a ser exibido no pay-per-view da DirecTV, porém com audiência bem menor.
Por essas pressões políticas que levaram à sua decadência, o Ultimate se reformulou. De forma lenta, foram sendo criadas mais regras limitando a violência do esporte, sob a supervisão de comissões atléticas, visando ao aumento da aceitabilidade social do Ultimate. Deixando de lado o slogan "não há regras" (there are no rules) e criando a denominação "artes marciais mistas" (mixed martial arts), o Ultimate ressurgiu de seu isolamento para se tornar mais socialmente aceitável, recuperando sua posição na televisão a cabo. Continuando a trabalhar com as comissões atléticas que controlavam a modalidade, eventos passaram a serem realizados em lugares menores como Iowa, Mississippi, Louisiana, Wyoming e Alabama. O Grupo Semaphore não conseguiu realizar vídeos do Ultimate 23 ao Ultimate 29. Junto com outros eventos nas seções americanas, o Ultimate conseguiu o primeiro evento sancionado de artes marciais mistas no dia 30 de setembro de 2000, em Nova Jersey.

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PESQUISA: A HISTÓRIA DO SÃO PAULO / MATEUS BENEDITO


                       Nome: Mateus Benedito Felix / Sala 601 
                                   
A HISTÓRIA DO SÃO PAULO

No dia 27 de janeiro de 1930, às 14 horas, foi assinada a ata de fundação do São Paulo Futebol Clube, no número 28 da Praça da República, nascido da união entre a Associação Atlética das Palmeiras e o Club Athlético Paulistano, ficando como data magna do clube o dia 25 de janeiro de 1930, dia e mês de preferência de seus fundadores por se tratar da data em que foi fundada a cidade de São Paulo.

 Entretanto, a real data de fundação é dúbia, por ser apresentada de maneira diferente nos meios de comunicação. Para o clube, como já foi dito, ela aconteceu no dia 25 de janeiro de 1930. Para uma alguns meios de comunicação a fundação ocorreu no dia 26 de janeiro devido aos atrasos na confecção do estatuto, que fez com que a assembleia de fundação ocorresse somente nesse dia. Porém o referido dia era um domingo. Cabe-se concluir, portanto, que a ata teria sido registrada no dia 27 de janeiro conforme corroboram o jornal A Gazeta Esportiva e a própria FIFA.

 Para a criação do novo clube, sessenta integrantes do Club Athlético Paulistano decidiram ceder seus jogadores campeões paulista de 1929, enquanto a Associação Atlética das Palmeiras entraria com seu estádio, a Chácara da Floresta. Conservando as tradições do passado, o uniforme do novo clube estamparia as faixas vermelhas e pretas em homenagem aos dois clubes fundadores. Seu escudo e sua camisa foram desenhados pelo estilista alemão Walter Ostrich, com a colaboração de Firmiano de Morais Pinto Filho, um dos presentes à fundação. O nome escolhido para endossar o desejo de fundar um clube que representasse a cidade nos âmbitos mais variados não foi outro senão São Paulo Futebol Clube, que ficou conhecido como São Paulo da Floresta apenas recentemente devido à localização de seu estádio. A primeira diretoria foi formada por: Edgard de Souza Aranha (presidente), Alberto Caldas (primeiro vice), Gastão Tachou (segundo vice), Benedito Montenegro (terceiro vice), Luís de Oliveira Barros (primeiro secretário), José Martins Costa (segundo secretário), João B. da Cunha Bueno (primeiro tesoureiro) e Caio Luís Pereira de Souza (segundo tesoureiro).

 Os primeiros anos do clube coincidiram com acontecimentos que marcaram época no futebol brasileiro. Pois foi 1930, o ano da primeira Copa do Mundo, e apenas a partir dele que uma partida passou a ser disputada em dois tempos de 45 minutos. E apenas em 1933 é que o primeiro jogo profissional do país foi disputado, com a equipe do São Paulo sendo uma das protagonistas juntamente ao Santos.

 Sobre esse primeiro jogo do profissionalismo, cabe ressaltar que foi nele que o apelido do Santos, "peixe", foi dito pela primeira vez. Tratou-se de uma provocação, antes do início do jogo, da torcida tricolor com os jogadores do clube praiano, chamando-os de "peixeiros" de maneira pejorativa. A torcida santista retrucou dizendo "Somos peixeiros, e com muita honra!". A partir daí o apelido foi adotado pelo clube santista, e a mascote, a Baleia, foi criada.

O São Paulo também foi o único clube da capital paulista a ter um ex-jogador — Roberto Gomes Pedrosa — como presidente. Como conquistas, o Tricolor Paulista venceu o Campeonato Paulista de 1931 em seu segundo ano de vida, e conseguiu sagrar-se vice em 1930, 1932, 1933 e 1934. Foi também vice-campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1933. Portanto, o Tricolor Paulista, clube recém-fundado, estava no topo do futebol local, um fato extraordinário, mas nem tanto se levadas em considerações suas origens vencedoras.

 O São Paulo comprou, então, uma nova sede, suntuosa, localizada na Rua Conselheiro Crispiniano (no centro da cidade), um pequeno palácio conhecido como "Trocadero", ao custo de 190 contos de réis. Essa dívida era grande para a época, porém o clube, detentor de um campo como o da Floresta e um quadro de jogadores que valia muito, não se deixava abalar por isso. Porém alguns dirigentes do clube, que andavam descontentes com os rumos do futebol no país, resolveram fundir-se com o Clube de Regatas Tietê e acabar com o departamento de futebol. Outro grupo, favorável à continuidade do clube e liderado por Paulo Sampaio foi à Justiça e, no dia 23 de abril de 1935, impugnou o direito de a diretoria fundir o clube com o Tietê sem que a opinião dos sócios fosse ouvida.

 Os próprios jogadores foram contra tudo o que estava ocorrendo. Tanto é que se juntaram para formar o efêmero Independente Esporte Clube. Os atletas remanescentes do São Paulo foram, porém, atraídos por outros clubes, e o Independente acabou extinto.

 Os sócios obtiveram ganho de causa mesmo após a defesa da diretoria do clube. A diretoria não teve outra saída senão convocar uma assembleia geral. Porém o artigo 2.º dos estatutos do clube à época dizia que somente os "sócios-fundadores", considerados "proprietários" do clube e que somavam duzentos, poderiam compor a assembleia. Como a maioria deles era ligado à diretoria, a fusão foi aprovada em 14 de maio de 1935. Nesse dia, debaixo de chuva, o departamento de futebol foi oficialmente extinto e desfiliado da APEA. Com a fusão, a parte administrativa foi fundida ao Tietê, que incorporou todos os patrimônios físicos e, em troca, quitaria os débitos do clube e não poderia usar as cores, uniformes e símbolos do São Paulo. Surgia assim o Tietê-São Paulo.

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PESQUISA: HISTÓRIA DA MODA / DAPHINI

 Nome: Daphini  de Almeida Alves               Sala:601

HISTÓRIA DA MODA

A moda é, segundo o dicionário, uma tendência, maneira de se vestir, modo, costume, vontade. Ela é momentânea. Mas é fato: a moda tem o poder de mudar o ânimo das pessoas. Quando você se veste bem, sua autoestima se eleva. Não se acanha ao chegar nos lugares, pelo contrário, sua presença aumenta e, subitamente, a confiança, é claro.
Quando nascemos, chegamos ao mundo sem veste alguma. Na concepção religiosa cristã, homem e mulher estavam e andavam nus pela Terra. Ainda na linha de raciocínio do cristianismo, no primeiro livro da Bíblia Sagrada (Gênesis), o homem e a mulher coseram folhas de figueira para cobrir a nudez. E depois, se cobriram com pele de animais.

Os silvícolas (habitantes de selvas) se vestem com pouca vestimenta. Muitos deles, nem escondem as partes íntimas e põem vários adereços no corpo. Tais ornamentos faziam parte dos rituais sagrados das tribos e, da mesma forma, com um viés erótico. A moda conseguiu atingir a cultura dos povos, seja por influência dela mesma ou por meio da legislação do país – visto que andar nu é contra a lei. Ela chegou até os indígenas e hoje eles se vestem com calças, camisas, bonés, tênis e outros.

Diferentemente, os indígenas de outras terras como América do Norte, nas civilizações Incas, Maias e Astecas, utilizavam mais roupagem que os índios sul-americanos. Provavelmente, por causa das temperaturas mais amenas das regiões temperadas. Por isso, é comum vermos em filmes e desenhos norte-americanos, os “pele vermelha” se apresentando com calças e roupas mais aproximadas dos modelos europeus.

História da Moda no Brasil

 As tendências chegaram ao Brasil junto com os europeus, na época da colonização, no século XVI. Esses, residiam nos países em que o frio predomina boa parte do tempo. Muitas das roupas do nosso dia a dia pertencem a climas não proporcionais às temperaturas daqui. Porém, bem trabalhadas, chamam a atenção do consumidor, que acaba por comprar sem se ater a detalhes desse tipo.

Não só nas roupas, a moda influenciou na área de maquiagem. Na Grécia Antiga, usava-se desse artifício nas peças teatrais. Em outros países do Oriente, as pessoas pintavam o corpo para as celebrações religiosas. A maquiagem é muito usada nas produções cinematográficas. Em propagandas, serve para deixar os modelos bem adaptados aos padrões estipulados pela moda. Essa, que criou um mundo belo.

No Oriente Médio, a moda não seguiu os padrões mundiais. O motivo dessa casualidade é a prática do islamismo, que não permite deixar à vista partes do corpo feminino. As mulheres usam uma vestimenta que as cobre da cabeça aos pés: a burca. Os árabes têm o turbante, peça que surgiu antes mesmo da religião deles, na indumentária e aquelas túnicas. Elementos bem característicos da região.

Antigamente, os gregos e romanos pensavam no corpo e na mente, ambos dotados de beleza. Se uma pessoa possuísse beleza interior,  deveria também aparentar o mesmo por fora. Os gregos tinham uma ideologia que se encaixava perfeitamente nessa ideia do belo internamente falando e no exterior. O lema é: “Uma mente sã habita um corpo saudável”.

Na Grécia, os integrantes do Senado utilizavam uma espécie de capa, chamada de toga – senadores, magistrados e parlamentares. Revestia o lado esquerdo do corpo, ocultando o braço. Ela é preta, comprida e é usada por advogados e promotores nos tribunais; também por professores catedráticos e doutorados, dependendo da situação. Os plebeus se vestiam como os patrícios, mas não podiam usar as togas.

Quando a religião cristã chegou aos gregos, exatamente no império bizantino, liderado por Justiniano I, as roupas se tornaram mais alongadas – uma vez que pessoas da civilização grega andavam nuas – servindo de grande influência nas vestes sacerdotais. A cor mais usada pela nobreza era, por causa do preço elevado, a púrpura. As peças azuis, feitas com ureia, tinham o custo acessível à população.

PESQUISA: MUAY THAI / GABRIEL BEZERRA E JOÃO MURILO

PESQUISA: MUAY THAI
Alunos: Gabriel e João Murilo

Como surgiu o kung fu?

por Tiago Cordeiro
A luta que conhecemos como kung fu na verdade se chama wushu e foi criada há pelo menos 4 mil anos, na Mongólia, espalhandose pela China. A falha de comunicação foi do missionário francês Jean Joseph Marie Amiot (1718-1793), que acabou reba rebatizando a luta com uma expressão que significa "trabalho duro", em cantonês. De qualquer forma, foi como kung fu que essa arte marcial ganhou fama no Ocidente e, a partir dos anos 60, passou a estrelar no cinema. Muito antes disso, porém, o wushu - "arte da guerra" em mandarim - era mania nacional na China desde 700 a.C. Ao longo do tempo, o wushu ganhou dezenas de variações, muitas delas criadas em templos famosos, como Shaolin, Fukien e Huanshan. Em 1949, o governo chinês criou regras oficiais para competição, usadas até hoje nos campeonatos mundiais que rolam a cada dois anos.
• Este é o 2º capítulo da série sobre as principais artes marciais do mundo
EFEITOS ESPECIAIS
Popularizada pelo cinema, a modalidade é marcada por movimentos rápidos e precisos
NO ATAQUE
Vale até ser acrobático para acertar o adversário
SALTO DE 540º
Este giro e meio no ar, finalizado com um chute baixo, impressiona. Trata-se, porém, de um golpe mais bonito do que eficiente
MARTELO
Por ser muito veloz, este golpe ajuda a pegar o rival desprevenido. Se for mal aplicado, porém, abre a guarda para o contra-ataque
JOELHA
Golpe dos mais comuns nos filmes de kung fu: com um salto preciso, o lutador cai com o joelho ferindo as pernas do adversário
NA DEFES



PESQUISA: HISTÓRIA DA OLIMPÍADA / VINÍCIUS E LUIS EDUARDO

HISTÓRIA DA OLIMPÍADA
  Vinicíus e Luis 601

atletismo olimpiadas Curiosidades do Atletismo na história das Olimpíadas
Para abrir o espaço Curiosidades do Canal Olímpico, começamos por algumas curiosidades do Atletismo, uma das modalidades olímpicas mais importantes dos Jogos Olímpicos.
Basicamente o Atletismo é um conjunto de espostes, dividido por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona.
Atentado ao Pudor
Nas Antigas Olimpíadas, por volta do ano 720 a.C., os atletas corriam todos com longas túnicas. Até que um belo dia, Orsippus, percebendo que perderia a prova, sabiamente, despiu-se no meio do percurso. E peladinho da Silva, venceu com facilidade o evento. A partir daí, todos os atletas passaram a competir “sem roupas” nas provas da modalidade.
Cala a Boca Hitler
Em Berlim-1936, Adolf Hitler usou os Jogos Olímpicos como uma forma de propaganda do regime nazista e pensava em fazer do atletismo a grande bandeira. Mas o que o ditador não contava é que um norte americano negro, chamado Jesse Owens, ganhasse quatro ouros e torna-se o primeiro homem a vencer os 100 m, 200 m, salto em distância e o revezamento 4×100 m na mesma Olimpíada.
Recordista
O tetracampeonato olímpico no salto em distância nas Olimpíadas de Atlanta-1996 levou Carl Lewis a igualar Paavo Nurmi como o maior vencedor da história do atletismo, com nove ouros cada. Já o norte-americano Michael Johnson tornou-se o primeiro homem a vencer os 200 m e os 400 m na mesma edição da Olimpíada, quando obteve os dois ouros em Atlanta-1996.salto sem impulso olimpiadas de 1912 Curiosidades do Atletismo na história das Olimpíadas
Você Sabia?
•Entre 1900 e 1912, foram disputadas provas de salto em distância e salto em altura sem impulso. Em Paris-1900, Raymond Ewry, dos EUA, que andava de cadeira de rodas até a adolescência, ganhou os dois eventos e mais o salto triplo sem corrida, que deixaria de ser disputado em 1908.

 

Curiosidades do Atletismo na história das Olimpíadas


Para abrir o espaço Curiosidades do Canal Olímpico, começamos por algumas curiosidades do Atletismo, uma das modalidades olímpicas mais importantes dos Jogos Olímpicos.
Basicamente o Atletismo é um conjunto de espostes, dividido por três modalidades: corrida, lançamentos e saltos. De modo geral, o atletismo é praticado em estádios, com exceção de algumas corridas de longa distância, praticadas em vias públicas ou no campo, como a maratona.
Atentado ao Pudor
Nas Antigas Olimpíadas, por volta do ano 720 a.C., os atletas corriam todos com longas túnicas. Até que um belo dia, Orsippus, percebendo que perderia a prova, sabiamente, despiu-se no meio do percurso. E peladinho da Silva, venceu com facilidade o evento. A partir daí, todos os atletas passaram a competir “sem roupas” nas provas da modalidade.

PESQUISA: A IMPORTÂNCIA DA LÍNGUA PORTUGUESA / STHEPANNY


NOME:STHEFANNY MONTEIRO FELIX
SALA:601
 
A IMPORTANCIA DA LINGUA PORTUGUESA

 
Introdução
A importância da língua portuguesa e suas mplicações são evidentes, mormente, na vida profissional. Basta refletir acerca da principal razão de eliminação de candidatos à vagas de emprego em determinados setores. A linguagem é o cartão de visita. Ao ouvir alguém por cinco minutos, já temos a ideia formada da formação da pessoa que está falando.
A capacidade de comunicação, seja ela por domínio da linguagem falada, escrita ou corporal, sempre nos traz conseqüências positivas.
O profissional que sabe se comunicar, sempre se diferencia. Quem domina a norma culta da língua, e é apto a escrever e falar corretamente, está sempre à frente, diferencia-se da maioria, que incorre em erros banais e basilares.
Segundo Paulo Nathanel Pereira de Souza, presidente do Conselho da Administração do CIEE, "Saber escrever bem é transmitir idéias consistentes com a agilidade que os meios de hoje impõem. Saber escrever bem é ser um artista das palavras. E todos nós, empresas e profissionais, precisamos redescobrir urgentemente a eficiência dessa arte".
A maioria dos brasileiros - e digo maioria, sem exagero -, não tem capacidade de expressar-se. Faltam competências fundamentais, como; concatenar as idéias, aplicar a coesão e coerência em um texto, dissertar com introdução, argumentação e conclusão, bem como o domínio da ortografia.
A falta de capacidade de escrever, falar e ler corretamente decorre, por vezes vezes, da falta do hábito de ler, pois quem lê com freqüência escreve melhor, tem melhor raciocínio, melhor interpretação e melhor organização de ideias.
Para verificarmos este problema é suficiente entregarmos uma proposta de redação a um aluno que recentemente concluiu o ensino médio em determinadas escolas. Isto se torna mais trágico, quando o fazemos com alguns intitulados universitários.
Em uma reunião na empresa ou em uma apresentação destacam-se os que sabem defender seus argumentos de forma clara, convencer o auditório de forma válida, expor e fundamentar suas idéias de modo conciso e claro. Para tanto, é necessário o domínio das expressões.
Ao enviar um e-mail, elaborar um memorando, dirigir uma carta a um cliente, colaboradores ou superiores hierárquicos, o profissional revela a sua personalidade, demonstra a sua formação e grau de inteligência.
Não é possível entendermos por apto e qualificado, um profissional que não é capaz de escrever um texto corretamente. Também não é possível aceitarmos a idéia de que tal profissional gere uma boa imagem a empresa, se este não sabe falar de forma correta.
Para exemplificarmos, basta lembrarmos da sensação ruim e imagem negativa que formamos da empresa, quando somos atendidos por um profissional que diz coisas como: "vamos estar verificando", ou "vamos estar retornando". Isso, sem mencionar outros erros mais absurdos e grotescos, como o "mim fazer"; "mim ver" etc.
Destarte, infere-se que o investimento em profissionais qualificados e aptos a falar a própria língua é indispensável a uma empresa que deseja ter uma imagem positiva perante seus clientes.
Quando trabalhamos em uma empresa possuidora de um grupo seleto e desejamos promoções e determinados cargos, devemos demonstrar nossa qualificação e competência para aquela posição. Ora, é incontroverso que para exercer tal posição, necessitamos de qualidades diferenciadas e postura profissional. Destas qualidades, a habilidade de se comunicar é um fator crucial.
Em cargos de liderança não se pode imaginar na qualidade de líder uma pessoa desprovida destes elementos, pois como disse Reinaldo Passadori: "Conhecemos muitas pessoas com grande capacidade de comunicação, mas não são líderes, todavia não conhecemos líderes que não saibam se comunicar".
Em um processo seletivo para conquistar uma vaga, desde a entrevista, o examinador jamais deixará de avaliar as expressões do candidato, dependendo do porte da empresa e do perfil da vaga. Estará automaticamente eliminado aquele que se mostra incapaz de escrever e falar corretamente.
Por outro prisma, até mesmo para conseguir um bom "networking" é necessário causar estas boas impressões, pois não conseguiremos crédito e confiabilidade, nem mesmo dos nossos contatos, se não nos mostrarmos bons profissionais, ou seja, aptos em fluência verbal.

Disse, o ilustre Professor Luiz Antonio Sacconi:
Existem basicamente duas modalidades de língua, ou seja, duas línguas funcionais:
1) a língua funcional de modalidade culta, língua culta ou língua-padrão, que compreende a língua literária, tem por base a norma culta, forma lingüística utilizada pelo segmento mais culto e influente de uma sociedade. Constitui, em suma, a língua utilizada pelos veículos de comunicação de massa (emissoras de rádio e televisão, jornais, revistas, painéis, anúncios, etc.), cuja função é a de serem aliados da escola, prestando serviço à sociedade, colaborando na educação, e não justamente o contrário;
2) a língua funcional de modalidade popular; língua popular ou língua cotidiana, que apresenta gradações as mais diversas, tem o seu limite na gíria e no calão.
Cabe a nós brasileiros, entendermos o momento próprio do uso de cada modalidade, tanto o momento formal, quanto o momento informal, para, assim, não nos depararmos em situações ridículas e inconvenientes.
Falar e escrever bem gera admiração, apreço e projeta uma boa imagem para os nossos ouvintes e interlocutores. Consequentemente aumentamos nossa rede de contatos, adquirimos mais créditos e ampliamos nossas oportunidades.
A eloquência e a habilidade de escrever levam o profissional a lugares que muitos não podem chegar. Ocuparão tais lugares, por mérito, os que investem em si mesmos e tem a consciência da importância de dominar a língua pátria.
Quanto às relações interpessoais
As proposições supra mencionadas, que esclarecem a importância do uso correto da língua, também são válidas neste tópico, destinado as relações interpessoais.
Basicamente, é necessariamente entendermos que a comunicação verbal é imprescindível para conseguirmos externar uma idéia, ilustrar uma reflexão, fazer enxergar aquilo que outros não conseguem ver. E claro, todas essas situações são perfeitamente aplicáveis no cotidiano, seja na família, com amigos, com o cônjuge ou filhos.
As relações são beneficiadas quando sabemos interpretar o que o interlocutor diz, quando sabemos trilhar os caminhos das idéias, pintando a imagem do raciocínio com as palavras cabíveis e apropriadas.
Diagnosticando e remediando as deficiências.
É muito difícil conhecermos alguém que não erre. Podemos nos aproximar da perfeição, caminhar objetivando o mais alto grau de conhecimento e competência, mas é quase impossível conhecermos o que domina a língua em sua excelência.
Mesmo porque, até mesmo entre os mestres e doutores há divergências técnicas quanto ao emprego de algumas formas de expressão. A título de exemplo, percebi bastante divergência no que diz respeito à expressão "segue em anexo". Notei que mesmo professores da língua portuguesa tem opiniões divergentes na sua aplicabilidade.
É louvável, mas não imprescindível, que alguém conheça profundamente a etimologia das palavras, a semântica e todas as regras complexas e que a maioria dos brasileiros ignora. Em contra partida, defendo que deveríamos, por sermos brasileiros, conhecer a língua pátria, de forma plena e excelente, pois se não sabemos falar a nossa própria língua, não poderíamos nos entender por seres inteligentes.
Os erros de concordância, por exemplo, são os mais percebidos, desde os mais grotescos, como os mais imperceptíveis aos leigos.
Para ilustrar, podemos citar, que muitos não sabem que o correto é escrever: "Tenho bastantes livros" e não "tenho bastante livro. Erros como estes são encontrados, até mesmo, nos vocabulários de alguns professores. Outrossim, erros grotescos como:"hoje estou com menas paciência" ou "estou meia triste" são mais decorrentes dos menos cultos.
Por fim, como exposto alhures, apenas o exercício, a autocorreção, a observação e a diligência, nos tornarão mais diferenciados e nos proporcionarão boas oportunidades.

domingo, 17 de junho de 2012

AULA SUBSTANTIVO

                                                                 Substantivo

As palavras que nomeiam ou designam os seres em geral são chamadas de substantivos. Entre os substantivos estão os nomes de pessoas, animais, vegetais, coisas, lugares; os nomes de ações, estados, e sentimentos considerados como seres.
Os substantivos que se referem a todos os seres de uma mesma espécie, e são escritos com letra minúscula recebem o nomes de substantivos comuns. Exemplo: aluno, que representa todos os seres que são alunos; rio, que representa todos os rios. Todos os substantivos que dão nome a um ser particular, dentre os outros da espécie e são escritos com letra maiúscula, são os substantivos próprios. Exeemplo: Rio Amazonas, Ourinhos.
As palavras que dão nome a seres de existência independente são chamadas de substantivos concretos. São aquelas que designam os seres propriamente ditos: nomes de pessoas, de lugares, de instituições, de um gênero, de uma espécie ou de um dos seres representantes. Já aquelas que dão nome a seres de existência dependente são chamadas substantivos abstratos.
Os substantivos que nomeiam conjuntos de seres de uma mesma espécie, são conhecidos como substantivos coletivos. Exemplo: enxame (abelhas), pelotão (soldados)
O substantivo apresenta três flexões:
Gênero: masculino ou feminino; exemplo: garoto ou garota.
Número: singular ou plural; exemplo: garoto ou garotos.
Grau: aumentativo ou diminutivo; exemplo: garotão ou garotinho.
Os substantivos podem ser:
Simples – apresentam um só elemento; exemplo: couve.
Composto – apresenta palavras compostas com mais de um elemento ou raiz; exemplo: couve-flor, passatempo, girassol, pé-de-moleque.
Primitivo – não e origina de outra palavra; exemplo: pedra, dente.
Derivado – origina de outra palavra; exemplo: pedreira, dentista.

Artigo

Artigo é a palavra que antecede o substantivo e concorda com o seu gênero e número, individualizando-o ou generalizando-o.
Os artigos são classificados em definidos – individualizando o substantivo: o, a, os, as; indefinidos – generalizam o substantivo: um, uma, uns, umas.



 Leia a tira com atenção  e responda:


Escola de Animais


1 – O que fizeram com a Gigi?
R.


2 – Qual foi a sua vingança?
R.


3 – Quais os substantivos encontrados no título da história e na tira?
R.


4 – Você encontrou algum substantivo acompanhado de um adjetivo?
R.


5 – Qual foi o artigo encontrado?
R.

I FEIRA DE CIÊNCIAS E MOSTRAS CIENTÍFICAS DO ENSINO MUNICIPAL DE OURINHOS - FECIMO


A I Feira de Ciências e Mostras Científicas do Ensino Municipal de Ourinhos
(FECIMO) contou com a presença da aluna




DAPHINI DE ALMEIDA ALVES











Rafael e Daphini: pesquisadores!